#Filmes

2026-01-30
Era Sideralerasideral
2026-01-28

Cinco filmes e séries que exploram personagens em diálogo com versões de si mesmos, revelando identidade, conflito interno e transformação. 
erasideral.com/cultura/2026/01

2026-01-27

Onde assistir a ‘Apocalipse nos Trópicos’, documentário brasileiro indicado ao ‘Oscar britânico’?

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Ariana Grande lamenta ausência na pré-estreia de “Wicked: Parte 2” em São Paulo; Cynthia Erivo e Jonathan Bailey encantam fãs brasileiros

A pré-estreia de “Wicked: Parte 2” (For Good) agitou São Paulo na noite desta terça-feira (4), reunindo fãs, celebridades brasileiras e parte do elenco principal da superprodução musical da Universal Pictures. Estiveram presentes Cynthia Erivo (Elphaba), Jonathan Bailey (Fiyero) e o diretor Jon M. Chu, que foram recebidos com entusiasmo e muita cantoria do público.

A grande ausência da noite foi a de Ariana Grande, intérprete de Glinda, que enviou um vídeo ao público pedindo desculpas por não conseguir comparecer, após uma série de imprevistos logísticos.

“Minha equipe e eu tentamos tudo que era humanamente possível para resolver isso e me fazer chegar até vocês. Meu voo original foi atrasado 16 horas e depois tivemos que sair do avião. Quando começamos a ver outros voos, tentei até entrar no voo do Johnny (Bailey), mas não havia assentos disponíveis”, explicou a cantora.

Grande contou ainda que tentou fretar um jato particular, mas esbarrou em exigências burocráticas: “O Brasil pede uma licença emitida com dois dias de antecedência para autorizar esse tipo de voo”.

A artista lamentou profundamente não ter conseguido comparecer e garantiu que tentará compensar os fãs brasileiros: “É importante para mim contar o quanto nós realmente tentamos e o quanto os fãs brasileiros são importantes para mim e para toda a família Wicked. Estou arrasada, mas vou compensar vocês.

Apesar da ausência, o público fez questão de celebrar os artistas presentes. Jonathan Bailey, eleito recentemente o “homem mais sexy do mundo” pela revista People, arrancou gritos e aplausos com seu carisma. Já Cynthia Erivo conquistou o público ao arriscar palavras em português: “Amo vocês, vocês são lindos”, declarou a estrela sob aplausos entusiasmados.

#Filmes #UniversalPictures #Wicked #WickedForGood

Simone Ashley se junta ao elenco de “O Diabo Veste Prada 2”

Simone Ashley, conhecida por seu papel como Lady Kathani “Kate” Sharma na série Bridgerton, da Netflix, foi escalada para integrar o elenco da aguardada sequência de “O Diabo Veste Prada”, atualmente em produção na 20th Century Studios. A informação é exclusiva do Deadline.

Ashley se junta ao elenco original, que marca o retorno de Meryl Streep, Anne Hathaway, Emily Blunt e Stanley Tucci, além da recém-anunciada adição de Kenneth Branagh (Tenet, Belfast), vencedor do Oscar, que interpretará o misterioso marido de Miranda Priestly, personagem de Streep.

A direção é novamente assinada por David Frankel, que comandou o primeiro longa em 2006, e o roteiro fica a cargo de Aline Brosh McKenna, responsável pela adaptação original do best-seller de Lauren Weisberger — obra inspirada em sua experiência como assistente de Anna Wintour na Vogue.

Na trama da sequência, Miranda Priestly (Streep), ainda no comando da fictícia revista Runway, enfrenta o declínio da mídia impressa e tenta manter a publicação relevante em um cenário dominado pelo digital. A personagem de Blunt, Emily Charlton, retorna como uma poderosa executiva de um conglomerado de luxo que agora controla os orçamentos publicitários da indústria da moda — e se vê em rota de colisão com sua ex-chefe.

Fontes próximas à produção indicam que Simone Ashley fará uma participação especial em meio aos bastidores desse novo embate, embora detalhes sobre seu papel estejam sendo mantidos em sigilo.

As filmagens estão em andamento em locações em Nova York e Itália. A produção fica a cargo das veteranas Wendy Finerman e Karen Rosenfelt, que também produziram o longa original — responsável por arrecadar mais de US$ 326 milhões nas bilheterias mundiais e render duas indicações ao Oscar: Melhor Atriz para Streep e Melhor Figurino para Patricia Field.

Ainda não há confirmação sobre o retorno de personagens como Nate (vivido por Adrian Grenier) ou Christian Thompson (Simon Baker), mas fontes indicam que o roteiro busca refletir as transformações recentes no universo da moda, incluindo o impacto das mídias sociais e mudanças institucionais, como a saída de Anna Wintour da Vogue após quase quatro décadas.

“O Diabo Veste Prada 2” tem estreia prevista para 1º de maio de 2026 nos cinemas.

https://www.youtube.com/watch?v=mJtjWBxb4CA

#20thCenturyStudios #AnneHathaway #Disney #EmilyBlunt #Filmes #KennethBranagh #MerylStreep #ODiaboVestePrada2 #SimoneAshley #StanleyTucci

Charli XCX revela primeiro pôster de “The Moment”, falso documentário pop produzido pela A24

A Charli XCX divulgou o primeiro pôster promocional de “The Moment”, novo filme da A24 dirigido por Aidan Zamiri e escrito por Zamiri em parceria com Bertie Brandes. A ideia original do projeto nasceu da própria artista, que desenvolveu o conceito ao lado do estúdio. Previsto para estrear em 2026, o longa marcará o primeiro lançamento da produtora da cantora, a recém-criada Studio 365.

Com formato de mockumentary, “The Moment” acompanha uma estrela pop às vésperas de sua primeira turnê como atração principal, explorando — segundo a sinopse oficial — “as complexidades da fama e a pressão da indústria enquanto ela se prepara para uma estreia em arenas”. Charli interpreta uma versão ficcionalizada de si mesma, em um papel assumidamente meta.

O elenco reúne nomes de peso, incluindo Alexander Skarsgård, Rosanna Arquette, Isaac Cole Powell, Kate Berlant, Rish Shah, Jamie Demetriou, Trew Mullen, Kylie Jenner, Rachel Sennott, Arielle Dombasle, Hailey Benton Gates, Mel Ottenberg, Richard Perez, Tish Weinstock, Michael Workéyè, Shygirl e A. G. Cook.

Além de protagonizar, Charli XCX assina a produção ao lado de David Hinojosa. “The Moment” está programado para chegar aos cinemas em 2026.

#AGCook #A24 #AlexanderSkarsgård #ArielleDombasle #CharliXCX #Filmes #HaileyBentonGates #IsaacColePowell #JamieDemetriou #KateBerlant #KylieJenner #MelOttenberg #MichaelWorkéyè #RachelSennott #RichardPerez #RishShah #RosannaArquette #Shygirl #TheMoment #TishWeinstock #TrewMullen

Kathleen Kennedy deixa a presidência da Lucasfilm após 14 anos; Dave Filoni e Lynwen Brennan assumem nova liderança

Após quase 14 anos à frente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy deixará o cargo de presidente do estúdio ainda este ano, encerrando um dos períodos mais longos e debatidos da história moderna de Star Wars. A executiva será sucedida por uma nova estrutura de liderança compartilhada: o atual diretor criativo Dave Filoni foi promovido a presidente e diretor criativo da companhia, enquanto Lynwen Brennan, até então presidente e gerente geral da área de negócios, assume como copresidente. Ambos passarão a se reportar diretamente a Alan Bergman, copresidente da Disney Entertainment.

A transição vinha sendo planejada internamente há cerca de dois anos e reflete uma estratégia já adotada pela Disney em outros estúdios, separando a supervisão criativa da gestão administrativa. A escolha de Filoni era amplamente esperada, dada sua posição como herdeiro criativo de George Lucas, mas a ascensão de Brennan surpreendeu parte do mercado, sinalizando uma ênfase maior no controle financeiro e operacional em um momento decisivo para a franquia.

Embora deixe a presidência, Kathleen Kennedy não se afastará completamente da galáxia muito, muito distante. Ela continuará vinculada à Lucasfilm como produtora de dois dos próximos lançamentos cinematográficos do estúdio: “The Mandalorian e Grogu”, com estreia marcada para 22 de maio de 2026, e “Star Wars: Starfighter”, dirigido por Shawn Levy, previsto para 28 de maio de 2027. Após esses projetos, Kennedy pretende se dedicar a produções independentes fora da empresa.

https://twitter.com/DiscussingFilm/status/2011930834547155408?s=20

Em comunicado oficial, o CEO da Disney, Bob Iger, elogiou o legado da executiva. Segundo ele, a aquisição da Lucasfilm em 2012 representou não apenas a incorporação de uma das marcas mais valiosas do entretenimento, mas também de uma liderança “visionária”, escolhida pessoalmente por George Lucas. Alan Bergman reforçou o discurso, destacando o impacto de Kennedy tanto no cinema quanto no streaming e classificando sua gestão como fundamental para a expansão contemporânea da franquia.

A passagem de Kathleen Kennedy pela Lucasfilm foi marcada por sucessos históricos e controvérsias significativas. Sob seu comando, a empresa lançou cinco filmes de Star Wars nos cinemas, que arrecadaram cerca de US$ 5,9 bilhões mundialmente. O ciclo teve início com “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), dirigido por J.J. Abrams, que superou US$ 2 bilhões em bilheteria global e permanece como o filme de maior arrecadação da história nos Estados Unidos. Vieram na sequência “Os Últimos Jedi”, “A Ascensão Skywalker” e o derivado “Rogue One: Uma História Star Wars”, este último também ultrapassando a marca de US$ 1 bilhão e dando origem à série “Andor”, vencedora do Emmy.

Nem todos os projetos, porém, alcançaram o mesmo êxito. “Han Solo: Uma História Star Wars” enfrentou uma produção turbulenta e tornou-se o primeiro fracasso comercial da saga, enquanto diversos filmes anunciados — de nomes como Patty Jenkins, David Benioff, D.B. Weiss, Rian Johnson e Taika Waititi — acabaram engavetados. Esse cenário resultou em um hiato de sete anos sem lançamentos cinematográficos da franquia após “A Ascensão Skywalker”, pausa que será encerrada com “The Mandalorian e Grogu”.

Paralelamente, Kennedy foi responsável por conduzir Star Wars ao streaming, com destaque para “The Mandalorian”, série criada por Jon Favreau e Dave Filoni que se tornou o principal pilar do lançamento do Disney+ em 2019. Outras produções, como “Obi-Wan Kenobi”, “Ahsoka” e “Andor”, consolidaram a presença televisiva da marca, acumulando, ao todo, 85 indicações ao Emmy. Ainda assim, nem todas as apostas tiveram o mesmo retorno, como demonstrou o cancelamento de “The Acolyte” após uma única temporada.

Com a nova liderança, a Lucasfilm entra em uma fase de reorganização estratégica. Dave Filoni, que ingressou na empresa em 2005 a convite de George Lucas, construiu sua reputação como guardião da mitologia da saga ao criar séries animadas como “Star Wars: The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”, além de comandar a transição para o live-action com “The Mandalorian” e “Ahsoka”. Já Lynwen Brennan, veterana da Industrial Light & Magic, onde ingressou em 1999, é reconhecida por liderar a expansão global da ILM e por sua atuação decisiva na estruturação financeira e operacional do estúdio.

Em declaração própria, Kathleen Kennedy afirmou que encarar o desafio de liderar Star Wars foi uma experiência transformadora e ressaltou o orgulho pelos projetos desenvolvidos durante sua gestão. Para Filoni, assumir a presidência representa a continuidade de um aprendizado iniciado ao lado de George Lucas e fortalecido ao longo de duas décadas dentro da empresa. Brennan, por sua vez, destacou o caráter colaborativo da Lucasfilm e disse confiar plenamente na visão criativa de Filoni para o próximo capítulo do estúdio.

A saída de Kathleen Kennedy marca o fim de uma era e o início de outra para uma das franquias mais valiosas de Hollywood. Com filmes, séries e novas produções em desenvolvimento, a expectativa da indústria agora se volta para como Dave Filoni e Lynwen Brennan irão equilibrar legado, inovação e expectativas de um público global cada vez mais atento e exigente.

#Disney #Filmes #IndianaJones #KathleenKennedy #Lucasfilm #SériesETV #StarWars

Roger Allers, codiretor de “O Rei Leão” e um dos pilares do renascimento da Disney Animation, morre aos 76 anos

Roger Allers, veterano da Disney Animation e codiretor do clássico “O Rei Leão” (1994), morreu aos 76 anos. A morte foi confirmada pelo produtor e colaborador frequente Dave Bossert, que prestou homenagem ao cineasta em uma publicação nas redes sociais no domingo. A causa não foi divulgada oficialmente.

“Estou profundamente triste com a notícia de que nosso amigo Roger Allers partiu para sua próxima jornada”, escreveu Bossert. “Estávamos trocando e-mails na semana passada enquanto ele viajava pelo Egito, o que torna essa perda ainda mais irreal. Roger era um artista e cineasta extraordinariamente talentoso, um verdadeiro pilar do renascimento da animação da Disney.” O produtor também destacou a generosidade e a humildade de Allers, lembrando que, mesmo após o sucesso monumental de “O Rei Leão”, ele jamais deixou que o reconhecimento lhe subisse à cabeça.

https://twitter.com/TheCartoonBase/status/2013069955365847539?s=20

Nascido em 29 de junho de 1949, em Rye, Nova York, Allers foi criado no Arizona, onde se formou em belas artes pela Universidade Estadual do Arizona. Sua carreira começou no Lisberger Studios, trabalhando em projetos como “Vila Sésamo”, antes de se mudar para Los Angeles para colaborar com Steven Lisberger no longa animado “Animalympics” (1980) e, posteriormente, em “Tron” (1982), um marco pioneiro no uso de computação gráfica no cinema.

Allers ingressou na Disney em meados da década de 1980, período que marcaria uma profunda transformação no estúdio. Atuou como artista de storyboard em títulos como “Oliver e sua Turma” (1988), “A Pequena Sereia” (1989) e “Bernardo e Bianca na Austrália” (1990), antes de assumir o cargo de chefe de história em “A Bela e a Fera” (1991), a primeira animação da história indicada ao Oscar de Melhor Filme.

O auge de sua trajetória veio com “O Rei Leão”, que Allers codirigiu ao lado de Rob Minkoff após assumir o projeto em meio a mudanças criativas internas. Lançado em 1994, o filme arrecadou cerca de US$ 771 milhões em sua exibição original nos cinemas, tornando-se o maior sucesso de bilheteria daquele ano e um dos títulos mais influentes da história da animação. O remake de 2019 ultrapassaria US$ 1,6 bilhão mundialmente. Allers teve participação decisiva na identidade artística do filme, defendendo a contratação de Hans Zimmer para a trilha sonora e a incorporação de influências musicais africanas autênticas.

Seu envolvimento com “O Rei Leão” se estendeu além das telas. Allers escreveu, ao lado de Irene Mecchi, o libreto da adaptação da Broadway, vencedora do Tony Award de Melhor Musical em 1998, além de ter sido indicado individualmente ao prêmio. Ele acompanhou de perto as montagens internacionais do espetáculo, adaptando o texto a diferentes contextos culturais e linguísticos.

Durante sua passagem pela Disney, Allers também trabalhou em “A Nova Onda do Imperador”, “Lilo & Stitch”, “De Volta à Terra do Nunca” e “O Rei Leão 1 ½”. Um dos projetos mais pessoais de sua carreira foi “A Pequena Vendedora de Fósforos” (2006), curta-metragem sem diálogos inspirado no conto de Hans Christian Andersen, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Curta de Animação.

Fora da Disney, Allers codirigiu “O Bicho Vai Pegar” (2006) com Jill Culton para a Sony Pictures Animation e escreveu e dirigiu “O Profeta” (2014), adaptação animada do livro de Kahlil Gibran, lançada nos Estados Unidos pela GKids. Ao longo da carreira, também contribuiu como storyboarder em produções como “Ted”, “Ted 2” e outros projetos de animação e live-action.

Em comunicado, o CEO da Disney, Bob Iger, afirmou: “Roger Allers foi um visionário criativo cujas inúmeras contribuições para a Disney perdurarão por gerações. Ele compreendia o poder de uma grande narrativa — como personagens inesquecíveis, emoção e música podem se unir para criar algo atemporal. Seu trabalho ajudou a definir uma era da animação que continua a inspirar o público ao redor do mundo.”

Allers deixa a ex-esposa Leslee Hackenson, a filha Leah e o filho Aidan. Reverenciado por colegas e fãs como um artista de rara sensibilidade e humanidade, Roger Allers permanece vivo na história da animação e em obras que continuam a emocionar gerações.

#Disney #Filmes #OReiLeão #WaltDisneyAnimationStudios

James Wan confirma retorno criativo à franquia “Jogos Mortais” e promete resgatar terror psicológico original

O cineasta James Wan, criador e diretor do primeiro “Jogos Mortais” de 2004, anunciou seu retorno com envolvimento criativo profundo à franquia de terror, agora sob os cuidados da Blumhouse Productions e de sua produtora Atomic Monster.

Em entrevista ao Letterboxd, repercutida pelo Bloody Disgusting, Wan declarou: “Não estive tão envolvido nessa franquia a esse nível, com essa profundidade, basicamente desde o primeiro filme. Em ‘Jogos Mortais III’ eu ainda ajudei a moldar a história, mas provavelmente sou o nome que mais se manteve afastado criativamente desde então, limitando-me a dar minha bênção a outros roteiros”.

https://twitter.com/DiscussingFilm/status/2016251825398153712?s=20

Agora, ele retorna ao lado de seu parceiro criativo, Leigh Whannell, com a missão expressa de renovar a saga para além das cenas de tortura gráfica.

“Quero voltar com uma nova perspectiva e resgatar o espírito do primeiro longa. Minha meta é entregar um ‘Jogos Mortais’ realmente assustador — não só sangrento, mas psicologicamente marcante, como eu e Leigh fizemos em 2004”, revelou o diretor. Ele destacou ainda o desejo de revisitar as motivações de Jigsaw, trazendo de volta o aspecto de justiça distorcida: “Queremos revisitar a filosofia do personagem, punindo quem não valoriza a própria vida. Se a pessoa aprecia a vida, Jigsaw não a caça só por caçar, essa nuance é o centro do que queremos recuperar”.

O diretor também enfatizou o desafio de renovar a franquia para uma nova geração: “Com 11 filmes, precisamos inovar para conquistar quem não cresceu com a série“.

Apesar de reconhecer o sucesso de sequências recentes, Wan defende que o resgate do terror psicológico e do design “sujo e grotesco” do original será crucial. A estratégia já agita fãs: a transição para a Blumhouse em 2025, inicialmente surpreendente, é vista como uma vitória criativa, trazendo de volta as mentes por trás do fenômeno que arrecadou US$ 1 bilhão globalmente.

#AtomicMonster #Blumhouse #BlumhouseProductions #Filmes #JamesWan #JogosMortais #Lionsgate #LionsgateEntertainment #LionsgateMovies

Indicado ao Oscar, “O Agente Secreto” será exibido em streaming na Netflix

A Netflix anunciou que exibirá com exclusividade no Brasil o filme “O Agente Secreto”, uma das produções brasileiras mais premiadas da temporada e indicada a quatro categorias do Oscar em seu streaming, como parte das comemorações pelos 15 anos de atuação da plataforma no país. O longa concorre a Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator, com Wagner Moura, e Melhor Elenco.

O anúncio foi feito em meio à inauguração do novo e ampliado escritório da Netflix em São Paulo, localizado no bairro de Pinheiros, o primeiro na América Latina ocupado exclusivamente pela empresa. O espaço foi projetado para acomodar cerca de 300 funcionários em diferentes áreas, refletindo um crescimento de aproximadamente 20% no quadro de colaboradores da operação brasileira apenas no último ano.

“A abertura do nosso novo escritório em São Paulo é um passo natural na trajetória que nossa equipe local construiu ao longo dos últimos 15 anos junto com a comunidade criativa brasileira”, afirmou Greg Peters, co-CEO da Netflix, que esteve no Brasil para a cerimônia de inauguração. “Apoiamos o cinema brasileiro de diversas maneiras porque queremos ser os melhores parceiros e manter a flexibilidade para que os produtores locais possam decidir a melhor forma de dar vida aos seus projetos. Por isso, ficamos tão entusiasmados em firmar parceria com os produtores de ‘O Agente Secreto’ para ajudar a financiar o filme e garantir sua exibição exclusiva no Brasil.”

Segundo a empresa, a construção e adaptação do novo prédio geraram mais de 2.000 empregos e injetaram cerca de US$ 25 milhões (aproximadamente R$ 141 milhões) na economia local. O movimento acompanha o crescimento da audiência global de produções brasileiras na plataforma: entre julho e dezembro de 2025, o consumo desses títulos aumentou 60% em relação ao semestre anterior.

Protagonizado por Wagner Moura, que já havia feito história ao se tornar o primeiro brasileiro a vencer o Globo de Ouro de Melhor Ator e, agora, o primeiro indicado ao Oscar na categoria, “O Agente Secreto” se passa em 1977. O ator interpreta Marcelo, um professor especializado em tecnologia que tenta escapar de um passado violento ao se mudar de São Paulo para Recife, apenas para se ver envolvido em um novo ciclo de paranoia e perseguição durante a semana do Carnaval. O filme é escrito e dirigido por Kleber Mendonça Filho, cineasta por trás de “O Som ao Redor”, “Bacurau” e “Aquarius”, e conta ainda com Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Isabél Zuaa, Udo Kier, Alice Carvalho e Thomás Aquino no elenco.

O longa também teve uma trajetória histórica no Festival de Cannes, onde Wagner Moura conquistou o prêmio de Melhor Ator, um feito inédito para o Brasil, enquanto Kleber Mendonça Filho foi consagrado como Melhor Diretor em sua quinta participação no evento. A produção ainda recebeu reconhecimentos da crítica internacional, como o Prêmio FIPRESCI e o Art et Essai, concedido pela Associação Francesa de Cinema d’Art et d’Essai.

Além do filme, a Netflix reforçou seu compromisso com o audiovisual brasileiro ao destacar uma série de lançamentos previstos para este ano, incluindo “Emergência Radioativa”, sobre o acidente de Goiânia nos anos 1980, a minissérie “Brasil 70”, focada na histórica seleção tricampeã mundial, e “Sintonia: O Filme”, derivado da série de sucesso. A empresa também prepara novas produções como “A Peregrinação”, adaptação do livro de Paulo Coelho, um reality show apresentado por Claudia Raia, e um melodrama dirigido por Mauro Mendonça Filho, estrelado por Marieta Severo, Alice Wegmann, Nanda Costa e José de Abreu.

“Estamos profundamente comprometidos em contar histórias brasileiras que dialoguem com o mundo”, afirmou Elisabetta Zenatti, vice-presidente de Conteúdo da Netflix Brasil. “Esse equilíbrio exige uma conexão genuína com o público local, parcerias sólidas com criadores e um ambiente que valorize autonomia, experimentação e ousadia.”

Presente no Brasil desde 2010, a Netflix lançou sua primeira produção original nacional, “3%”, em 2016. Desde então, a empresa ampliou significativamente seu catálogo local, firmando parcerias com mais de 40 produtoras brasileiras nos últimos três anos e gerando cerca de 12 mil empregos diretos e indiretos.

O Agente Secreto” está em cartaz nos cinemas de todo país.

https://www.youtube.com/watch?v=AOBPXs_euPA

#Filmes #Netflix #OAgenteSecreto

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2026-01-25

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Christina Hodson assume roteiro de “The Brave and the Bold” para DC Studios

De acordo com informações do Jeff Sneider, e depois confirmado pelo The Hollywood Reporter, a roteirista Christina Hodson foi escolhida para escrever “The Brave and the Bold“, filme centrado em Batman e Robin, que marcará a introdução oficial do Cavaleiro das Trevas no novo Universo DC liderado por James Gunn e Peter Safran.

Segundo fontes ouvidas pela publicação, Hodson trabalha no roteiro desde pelo menos o outono do hemisfério norte, embora o projeto ainda esteja em estágio inicial. A expectativa interna é de que leve algum tempo até que um rascunho considerado definitivo seja entregue, já que o estúdio optou por uma abordagem cautelosa no desenvolvimento do filme.

https://twitter.com/OneTakeNews/status/2014038122640675162?s=20

O projeto será baseado na fase de Grant Morrison nos quadrinhos do Batman (2006 – 2011), no que Gunn chamou de “excepcionalmente influente” para o DCU, onde apresentará Damian Wayne como Robin, o filho biológico de Bruce Wayne, criado pela Liga dos Assassinos, cuja existência o Batman desconhecia.

Wayne nunca soube da existência de um filho durante os primeiros oito a 10 anos de vida de Damian e agora ele terá que lidar com esse fato, além de tentar moldar o garoto que foi treinado para ser o maior assassino do mundo, para ser um verdadeiro herói.

The Brave and the Bold” será o primeiro filme do Batman ao apresentar a apresentar a Bat-Família nos cinemas com alguns heróis conhecidos do Bat-Verso como Asa Noturna, Batgirl, entre outros.

O projeto foi anunciado ainda em 2023, quando Andy Muschietti, diretor de ‘The Flash‘, foi confirmado para comandar o longa. O cineasta, no entanto, segue envolvido apenas de forma condicional. De acordo com o The Hollywood Reporter, sua permanência como diretor depende de fatores como cronograma e disponibilidade, especialmente após o sucesso de ‘IT: Bem-Vindos à Derry‘, série da HBO que já tem uma segunda temporada em produção.

O desenvolvimento do filme também ocorre em meio a uma estratégia cuidadosa da DC em relação ao personagem. Paralelamente, ‘The Batman – Parte II‘, dirigido por Matt Reeves e estrelado por Robert Pattinson, avança como prioridade do estúdio, com estreia marcada para 2027.

A DC pretende evitar sobreposição criativa e garantir que Os Bravos e os Destemidos tenha identidade visual e tonal claramente distinta do universo de Reeves.

Christina Hodson já é um nome conhecido dentro da DC. Ela assinou os roteiros de Aves de Rapina e The Flash, além de ter escrito projetos não lançados como Batgirl e um filme de Batman do Futuro, este último bastante elogiado internamente. Fora do universo dos super-heróis, seus créditos incluem ‘Bumblebee‘ (2018), além de novos projetos em desenvolvimento em Hollywood.

Apesar de reações divididas de parte do público por conta do histórico recente da roteirista nos cinemas, o estúdio ressalta que Hodson conquistou respeito entre executivos e criativos por sua construção de personagens e estrutura narrativa.

The Brave and the Bold” ainda não tem data anunciada.

#AndyMuschietti #Batman #ChristinaHodson #DC #DCStudios #DCU #Filmes #TheBraveAndTheBold

Era Sideralerasideral
2026-01-21

Cinco filmes onde grupos, comunidades e sociedades atravessam as fronteiras da loucura coletiva, entre histeria e inconsciente social. 
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#TerCinema (filmes sobre luto)

The Rover - A Caçada (The Rover, 2014)

#Filmes #Movies #TheRover #GuyPearce #RobertPattinson


The Rover

2026-01-18

Aqui, num domingo com as mãos coçando pra fazer um bota-fora de grande parte da minha coleção e aquele pensamento de "em terra de streaming, quem tem a posse do filme é rei".

Na minha cabeça, os argumentos em defesa da preservação de fontes palpáveis culturais estão brigando com a minha impaciência de gastar tempo e o (pouco que tenho) dinheiro na manutenção de uma coleção extensa contra a umidade e o calor de minha cidade, que jogam contra a longevidade de tudo isso.

#cinema #filmes #coleção

2026-01-14

"Extermínio - A Evolução" ("28 Years Later", 2025), de Danny Boyle, é um filme muito mais interessante do que imaginei em uma apreciação superficial.
sol2070.in/2026/01/utopia-acei

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