#violenciaObst%C3%A9trica

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2025-11-28

El Departament de Salut sanciona a QuirónSalud por una cesárea realizada sin consentimiento

El Departament de Salut de Cataluña ha sancionado con 6.000 euros a la clínica privada QuirónSalud por un caso de violencia obstétrica ocurrido en 2021. La paciente afectada, Judit Sellart Aldomà, denunció que se le indujo el parto sin su consentimiento y se le practicó una cesárea injustificada un ... [Ver más]

2025-11-25

Defensoría: Costa Rica no logra garantizar a las mujeres una vida libre de violencia

Defensoría: Costa Rica no logra garantizar a las mujeres una vida libre de violencia
San José, 25 nov (elmundo.cr) – En el marco de la conmemoración del Día Internacional para la Eliminación de la Violencia contra las Mujeres, la Defen [...]

#CostaRica #DefensoríaDeLosHabitantes #DerechosHumanos #Femicidios #HostigamientoSexual #PolíticasPúblicas #ViolenciaDeGénero #ViolenciaObstétrica

elmundo.cr/costa-rica/defensor

2025-11-25

Como todos los #25N quiero recordaros que la #ViolenciaObstetrica es también #ViolenciaContraLasMujeres y además una especialmente jodida porque es cometida en la mayoría de ocasiones por el Estado, ese cuyos representantes se llenan tanto la boca con la defensa de las mujeres en días como hoy...

2025-10-13

#violenciaObstétrica

Dar a luz en un hospital privado aumenta un 52% la probabilidad de tener una cesárea

Una investigación de elDiario.es revela por primera vez cuál es la probabilidad de dar a luz por cesárea en todos los hospitales públicos y privados de España entre 2010 y 2023

eldiario.es/sociedad/dar-luz-h

mauricioaraya.com · Blog do Maurício Arayamauricioaraya.com@web.brid.gy
2025-07-24
mauricioaraya.com · Blog do Maurício Arayamauricioaraya.com@mauricioaraya.com
2025-07-24

Instituto Yduqs e Idomed lançam curso de letramento étnico-racial

No mês em que se celebra o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha (25 de julho), o Instituto Yduqs e o Idomed lançam um curso gratuito de letramento étnico-racial como parte do programa Mediversidade. O curso é voltado a estudantes, docentes, colaboradores e profissionais da saúde. Gratuito, online e com 40 horas de carga horária, o conteúdo foi desenvolvido pelo médico Fleury Johnson, especialista em Clínica Médica e fundador do Instituto DIS (Diversidade e Inclusão na Saúde). Os quatro módulos tratam de temas como autoconhecimento, manifestação do racismo na prática clínica, estratégias de enfrentamento e o papel de cada pessoa no processo de transformação institucional. Ao fim do curso, os participantes que concluírem todas as atividades propostas receberão certificação de 40 horas, reconhecida para fins acadêmicos e profissionais.

“Acredito que este curso é um passo fundamental para fortalecer a prática profissional com uma formação mais humana, técnica e ética, verdadeiramente comprometida com os nossos desafios enquanto sociedade. Ele contribui para formar profissionais que cuidam de pessoas em todas as suas dimensões, considerando origens, cor de pele, condições socioeconômicas, portadores de deficiência e orientação sexual. Profissionais que reconhecem essa pluralidade são altamente habilitados para prover um cuidado efetivo, baseado na diversidade e no bem-estar. Esse olhar é, sem dúvida, uma marca única, um diferencial na construção de uma medicina mais justa e tecnicamente eficaz”, afirma doutor Fleury Johnson, conteudista do curso de letramento étnico-racial Mediversidade.

No que se refere à construção de um ambiente formativo mais justo, Claudia Romano, presidente do Instituto Yduqs e vice-presidente do grupo educacional Yduqs, ressalta que “o curso de letramento étnico-racial reforça o compromisso da instituição com uma educação médica mais inclusiva. Ele amplia o acesso a conteúdos que estimulam a equidade e contribuem para formar profissionais mais conscientes, empáticos e preparados para atuar em uma sociedade diversa. Democratizar o ensino também significa reconhecer e valorizar as experiências de grupos historicamente minorizados. Iniciativas como essa são fundamentais para transformar realidades e gerar impacto positivo — dentro e fora da sala de aula”.

A ação reforça o compromisso do programa Mediversidade com a formação médica mais inclusiva. Dados de pesquisas nacionais e internacionais apontam que mulheres negras sofrem mais violência obstétrica, têm acesso mais restrito a cuidados especializados e maior subestimação da dor — elementos diretamente relacionados à formação e à atuação dos profissionais de saúde.

Reconhecimento internacional em Cannes

O lançamento do curso ocorre em um momento de grande destaque internacional para o programa. O Mediversidade foi reconhecido no Festival de Cannes, conquistando dois prêmios com iniciativas que integram o projeto: o livro O Corpo Preto voltado ao impacto social e a diversidade. A obra, em paralelo ao curta-metragem Corpo Preto, foi desenvolvida como parte das estratégias de sensibilização e formação sobre racismo estrutural e seus reflexos na prática médica. O reconhecimento internacional veio por meio de um Gran Prix e três ouros e reafirma o protagonismo da iniciativa como referência global na promoção de equidade na saúde.

Programa Mediversidade

Lançado em 2024 no Fórum de Diversidade do Instituto Yduqs, o Mediversidade é um programa pioneiro no Brasil que tem como objetivo tornar o ensino da medicina mais diverso e atento aos impactos dos vieses sociais. A iniciativa surgiu a partir do dado de que apenas 4,5% das ilustrações em literatura médica representam peles negras — o que evidencia lacunas no processo formativo.

“O Mediversidade é mais do que uma iniciativa, é um movimento contínuo de transformação. Temos o dever de garantir que nossos futuros médicos compreendam e respeitem a pluralidade da população brasileira, especialmente no cuidado com as populações mais vulnerabilizadas”, destaca Silvio Pessanha Neto, CEO do Idomed.

Com três pilares principais — ensinar, incluir e mobilizar — o programa reúne metas de curto, médio e longo prazos. Entre elas: a revisão da matriz curricular dos cursos de Medicina (com 70% das unidades prevendo mudanças até 2026), a criação de um fundo para apoiar pesquisas sobre diversidade, a ampliação de vagas afirmativas para docentes e a reserva de 10% das bolsas sociais para estudantes negros, indígenas e pessoas com deficiência.

Outras ações em andamento incluem a aquisição de manequins de simulação realística com tons de pele diversos, a oferta de serviços assistenciais voltados a populações com marcadores étnico-raciais e o fomento à produção científica com foco em equidade na saúde. Em abril de 2024, por exemplo, o programa passou a apoiar projetos de pesquisa científica sobre diversidade nas 18 unidades de Medicina do Idomed.

Para a professora e médica Amanda Machado, do Idomed, o programa representa um avanço necessário: “O Mediversidade no curso de Medicina, que é majoritariamente branco e elitista, se faz necessário e urgente como uma ação antirracista concreta. A formação médica deve se comprometer com a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra”, afirma.

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Instituto Yduqs e Idomed lançam curso de letramento étnico-racial: módulos tratam de temas como autoconhecimento, racismo, enfrentamento e transformação

CNDH emite recomendación al IMSS por negligencia y muerte de recien nacida

La CNDH acreditó violencia obstétrica en el HGR1 de Culiacán y la muerte de una recién nacida. El caso derivó en la Recomendación 79/2025 contra el IMSS por atención médica deficiente. El organismo nacional exigió reparación del daño, atención psicológica y garantías de no repetición.

Por Gabriela Díaz | Reportera                                                       

La Comisión Nacional de los Derechos Humanos responsabilizó al Instituto Mexicano del Seguro Social por omisiones. El caso ocurrió en el Hospital General Regional No. 1 ubicado en Culiacán, Sinaloa, durante 2022. Se comprobó la falta de atención obstétrica adecuada que derivó en consecuencias trágicas para la paciente.

Además, se documentaron violaciones al derecho a la salud, vida y protección de la niñez. La queja formal fue presentada ante la CNDH el 19 de julio de 2022 por los familiares de la afectada. En ella se informó que una mujer embarazada a término no fue valorada oportunamente por el personal médico.

Durante el proceso de parto surgieron complicaciones que no fueron atendidas de forma inmediata. Esta omisión derivó en el fallecimiento de su hija recién nacida, hecho que fue plenamente comprobado. Tras recibir la queja, el organismo defensor inició una investigación clínica y administrativa.

Atención médica inadecuada

La indagatoria confirmó que el personal médico no brindó atención oportuna ni profesional. El informe técnico señaló fallas en la valoración, comunicación y asistencia durante el parto. También identificó negligencia en el acompañamiento psicológico a la paciente y su familia.

Todo ello constituyó una grave violación a los derechos humanos de la víctima y de su hija. La CNDH concluyó que la atención al binomio madre-hija fue insuficiente y sin protocolos adecuados. Se incumplieron los estándares en la atención materna, neonatal y de información médica.

El organismo advirtió que el caso refleja deficiencias estructurales del sistema de salud pública. Por ello recomendó adoptar medidas correctivas en todos los hospitales del IMSS a nivel nacional. Señaló que la falta de capacitación médica y administrativa sigue poniendo vidas en riesgo.

Reparación integral del daño

La Recomendación 79/2025 pide al IMSS proporcionar atención psicológica o tanatológica adecuada. También solicita la reparación integral del daño y garantías de no repetición de los hechos. Las medidas incluyen colaborar en procedimientos internos y administrativos contra responsables.

Asimismo, se exige evaluar las responsabilidades conforme al marco institucional vigente. El informe recomienda sancionar al personal que incurrió en omisiones durante la atención. También sugiere rediseñar protocolos hospitalarios para atender con eficiencia urgencias obstétricas.

El organismo solicitó difundir los derechos de las pacientes y la importancia del consentimiento informado. Esta acción debe incluir a personal médico, administrativo y de enfermería de todo el sistema. Las mujeres tienen derecho a recibir información clara y oportuna sobre sus tratamientos.

Capacitación con perspectiva de género

El documento establece que los hospitales deben capacitarse en derechos humanos y perspectiva de género. El personal de salud debe saber atender partos sin violencia, discriminación o malas prácticas. Estas capacitaciones deben impartirse con regularidad y aplicarse en todos los turnos médicos.

Además, la CNDH recomendó crear mecanismos para detectar negligencia desde los primeros síntomas. El uso de expedientes clínicos, bitácoras de atención y registros de urgencias será obligatorio. De igual forma, deben evaluarse los tiempos de respuesta en partos de alto riesgo.

También se sugirió el diseño de auditorías internas para garantizar atención integral en obstetricia. Estas auditorías servirán para prevenir abusos y garantizar el respeto a la dignidad humana. La protección del interés superior de la niñez fue otro punto señalado en la Recomendación.

Consulta pública del informe

La Recomendación 79/2025 ya fue notificada formalmente al IMSS, según lo estableció la CNDH. El documento se encuentra disponible en la página oficial del organismo: www.cndh.org.mx. En dicho informe se detalla la evidencia que sustenta las violaciones acreditadas.

Además, se enumeran los lineamientos y compromisos requeridos por parte del IMSS. El organismo espera que estas acciones se ejecuten de forma inmediata y con estricto seguimiento. También ofreció acompañamiento para garantizar que se respeten los derechos de los usuarios del sistema.

Finalmente, la CNDH reiteró que el caso será vigilado mediante informes periódicos y visitas in situ. Las instancias responsables deberán informar sobre las acciones emprendidas en un plazo definido. En caso de incumplimiento, el caso podrá escalarse ante instancias judiciales o internacionales.

Llamado a prevenir abusos

La CNDH exhortó a las instituciones públicas de salud a prevenir la violencia obstétrica. Pidió implementar controles internos para evitar negligencias en los servicios médicos. Señaló que es urgente reforzar la vigilancia sobre el trato a mujeres embarazadas y neonatos.

También se solicitó crear entornos hospitalarios seguros, humanos y libres de discriminación. El acceso a la salud debe garantizarse con equidad y con base en estándares internacionales. En ese contexto, se propuso una revisión del marco normativo interno del IMSS.

El organismo recordó que las instituciones públicas tienen la obligación de garantizar el derecho a la vida. También señaló que ningún caso de muerte neonatal puede justificarse por fallas administrativas. La CNDH advirtió que seguirá documentando y combatiendo los abusos en salud materna. –sn–

Qirófano IMSS

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Qirófano IMSS
SoyArmeniosoyarmernio
2025-05-24

💔 Las mujeres armenias rompen el silencio sobre la violencia obstétrica. Estudio revela maltratos sistemáticos durante la atención del parto. soyarmenio.com/noticias-de-arm

Antes de quedarme embarazada y durante el embarazo hablé abiertamente de #violenciaobstetrica con mi matrona, leí muchísima información, vi un documental, aprendí sobre planes de parto y mi pareja y yo nos formamos para defenderme. Esta violencia sigue existiendo, pero le hemos puesto nombre, la señalamos, nos la contamos, nos defendemos y la superamos, y esto también #LoHaConseguidoElFeminismo

2025-01-08

#ViolenciaInstitucional
#ViolenciaObstétrica
#Madrid

Matronas del Hospital La Paz de Madrid denuncian partos en habitaciones y sin poder ofrecer epidural

"No queremos ser cómplices del grave riesgo que corren nuestras gestantes y sus bebés", han denunciado las trabajadoras en un escrito enviado ante el Juzgado de Guardia.

publico.es/sociedad/sanidad/ma

2025-01-02

¿Qué factores influyen en los niveles de #ViolenciaObstétrica?

Además del nivel socioeconómico hay otros factores étnicos, sociales y culturales que podrían tener un impacto en la percepción de las mujeres de la atención recibida durante el embarazo y el parto.

elsaltodiario.com/violencia-ma

2024-12-21

Condenan por violencia obstétrica a El Salvador por el Caso Beatriz

San José, 20 dic (elmundo.cr) – La Corte Interamericana de Derechos Humanos (Corte IDH) condenó este viernes al Estado salvadoreño por incurrir en violencia obstétrica y violar el derecho a la salud de Beatriz, una joven que en el año 2013 fue obligada a dar a luz a un feto que no tenía posibilidades de […]

#Aborto #CasoBeatriz #CorteIDH #Mundo #NayibBukele #ViolenciaObstétrica

elmundo.cr/mundo/condenan-por-

2024-10-18

A violência obstétrica é um tipo de violência presente durante o ciclo gravídico das mulheres que sofrem algum abuso ou desrespeito antes, durante ou após o parto, inclusive maus-tratos às mulheres em situação de aborto. É preciso enfrentar esse tipo de agravo como problema de saúde pública. #Epidemiologia #ViolênciaObstétrica #DireitoDasMulheres

Leia o press release da Ciência & Saúde Coletiva!

pressreleases.scielo.org/blog/

2024-06-17

“La voy a internar, pero me encargo de que no la operen”

Por medio de informes de Auditoría Interna de la Caja Costarricense de Seguro Social (CCSS) se han evidenciado maltratos a mujeres en distintos hospitales del país, así como serias problemáticas de infraestructura y equipos. La Auditoría realizó visitas en centros hospitalarios como el Dr. Maximiliano Peralta en Cartago y resulta preocupante algunos de [...]

#Nacionales #Salud #Salud #Slider #ViolenciaObstétrica

crhoy.com/nacionales/la-voy-a-

2024-06-11

“Le gusta que la esté tactando”: Le dijo enfermera a embarazada en el HSJD

Relatos que constan en un informe de la Auditoría Interna de la Caja Costarricense de Seguro Social (CCSS) relevan serias debilidades en el trato a embarazadas en el Hospital San Juan de Dios. Varias usuarias de este centro médico indicaron que en el salón de maternidad, también llamado Sala #5, hay una enfermera que tiene un trato […]

#HSJD #Nacionales #Salud #Salud #Slider #ViolenciaObstétrica

crhoy.com/nacionales/le-gusta-

2024-06-06

Relatos aterradores de madres dejan en evidencia violencia obstétrica en hospital de la CCSS

Relatos desgarradores unen a diferentes mujeres que fueron atendidas en el Hospital de Las Mujeres Dr. Adolfo Carit Eva, lo cual quedó registrado en un informe de Auditoría Interna de la Caja Costarricense de Seguro Social y en las experiencias personales de 4 mujeres que las compartieron con CR [...]

#CCSS #MaternidadCarit #Nacionales #Salud #Salud #Slider #ViolenciaObstétrica

crhoy.com/nacionales/relatos-a

2024-06-05

9 auditorías de la CCSS revelan carencias y trato deshumanizado en hospitales con embarazadas

La Auditoría Interna de la Caja Costarricense de Seguro Social (CCSS) emitió al menos 9 informes, entre abril y mayo, que revelan relatos alarmantes de mujeres que sufrieron violencia obstétrica y serias deficiencias de infraestructura y personal en los hospitales de la CCSS. Uno de los casos ocurrió en el hosp [...]

#CCSS #Nacionales #Salud #Salud #Slider #ViolenciaObstétrica

crhoy.com/nacionales/9-auditor

2024-06-04

Caja presenta estrategia para sancionar y erradicar violencia obstétrica en los servicios de salud

La violencia obstétrica se puede dar mediante prácticas físicas, como el uso de procedimientos innecesarios que pueden poner en riesgo la salud de la madre y el bebé, o la interferencia en los ritmos naturales del parto; y también mediante maltrato psicológico.
La entrada Caja [...]

#CCSS #Embarazo #Mujeres. #Nacimiento #Parto #País #Salud #Violencia #ViolenciaObstétrica

semanariouniversidad.com/pais/

2024-06-04

Mujer indígena maleku: “Tuve embarazo de cinco meses y me lo hicieron arrebatado desde mis entrañas”

Lideresa indígena narró su testimonio durante la presentación de la estrategia institucional contra la violencia obstétrica de la Caja Costarricense de Seguro Social (CCSS).
La entrada Mujer indígena maleku: “Tuve embarazo de cinco meses y me lo hicieron arrebatado desde mis entrañas” [...]

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