#equidade

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2025-10-03

Inscrições para Festival Sonora entram na reta final

Foram prorrogadas as inscrições para a 6ª edição do Sonora – Festival Internacional de Compositoras em São Luís, evento voltado para a celebração da música autoral feminina. As interessadas podem se inscrever até este sábado, 4 de outubro de 2025, pela internet.

Realizado em São Luís desde 2016, o festival chega na sua 6ª edição na capital maranhense fortalecido como um dos maiores movimentos artísticos-culturais com foco em dar visibilidade e legitimar a presença da mulher compositora no cenário musical, rompendo com a lógica que a reconhece apenas como intérprete.

O Sonora incentiva individualmente cada compositora por meio da coletividade, fomentando a criação e divulgação de trabalhos autorais por meio de shows 100% autorais e atividades complementares, por meio de diversas ações, como debates, oficinas e exposições.

Em 2025, a sexta edição do Festival Sonora em São Luís será realizada nos dias 24 e 25 de outubro, no palco do Casarão Laborarte (na rua Jansen Muller, nº 42), no Centro Histórico da capital maranhense.

A programação completa será divulgada após o processo de inscrições – o resultado da seleção será informado até o dia 10 de outubro de 2025, por meio das redes oficiais do evento. Cada artista selecionada passará a integrar a rede internacional do Sonora, além de receber o cachê de R$ 1 mil por suas apresentações.

O projeto é realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão (Secma), do governo do Maranhão. Todos os detalhes sobre a nova edição estão no edital oficial do festival.

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6ª Edição do Festival Internacional de Compositoras Sonora São Luís está com inscrições abertas: interessadas podem se inscrever até o dia 27 de setembro de 2025; o evento será nos dias 24 e 25 de outubro
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2025-09-16

Sonora 2025 celebra compositoras em São Luís

Realizado em São Luís desde 2016, o Sonora – Festival Internacional de Compositoras chega na sua 6ª edição na capital maranhense – e as inscrições já foram iniciadas. Palco para celebração da música autoral feminina, o evento contará com inscrições abertas até o dia 27 de setembro de 2025, pela internet.

Considerado um dos maiores movimentos artísticos-culturais com foco em dar visibilidade e legitimar a presença da mulher compositora no cenário musical, rompendo com a lógica que a reconhece apenas como intérprete, o Sonora fortalece individualmente cada compositora por meio da coletividade, fomentando a criação e divulgação de trabalhos autorais por meio de shows 100% autorais e atividades complementares, por meio de diversas ações, como debates, oficinas e exposições.

Em 2025, a sexta edição do Sonora em São Luís será realizada nos dias 24 e 25 de outubro, no palco do Casarão Laborarte (na rua Jansen Muller, nº 42), localizado no Centro Histórico da capital maranhense.

A programação completa será divulgada após o processo de inscrições – o resultado da seleção será informado até o dia 10 de outubro de 2025, por meio das redes oficiais do evento. Cada artista selecionada passará a integrar a rede internacional do SONORA, além de receber o cachê de R$ 1 mil por suas apresentações.

O projeto é realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão (Secma), do governo do Maranhão. Todos os detalhes sobre a nova edição estão no edital do festival.

Sonora – Festival Internacional de Compositoras

Nascido a partir da hashtag #mulherescriando, criada pela musicista Deh Mussulini, como um gesto simples e poderoso para mostrar ao mundo que há muitas mulheres criando música, o Sonora conquistou repercussão imediata – e inspirou compositoras de diferentes lugares a se unirem para dar forma a um festival que coloca a mulher compositora no centro da cena.

De espírito colaborativo, democrático e plural, o Sonora oferece um palco para a criação autoral em sua essência, reunindo shows, oficinas, performances, debates, exposições e encontros artísticos que estimulam trocas, fortalecem redes e impulsionam novas parcerias.

Desde a primeira edição em São Luís, o festival tem sido um ponto de encontro para artistas e públicos diversos, promovendo não só a visibilidade da música feita por mulheres, mas também a valorização da economia criativa e a profissionalização dessas vozes.

Hoje, presente em mais de 60 cidades de 16 países, o Sonora conecta o Maranhão a uma rede internacional que celebra a diversidade de estilos, histórias e perspectivas femininas, reafirmando a música como território de liberdade, expressão e equidade.

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6ª Edição do Festival Internacional de Compositoras Sonora São Luís está com inscrições abertas: interessadas podem se inscrever até o dia 27 de setembro de 2025; o evento será nos dias 24 e 25 de outubro
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2025-07-24

Instituto Yduqs e Idomed lançam curso de letramento étnico-racial

No mês em que se celebra o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha (25 de julho), o Instituto Yduqs e o Idomed lançam um curso gratuito de letramento étnico-racial como parte do programa Mediversidade. O curso é voltado a estudantes, docentes, colaboradores e profissionais da saúde. Gratuito, online e com 40 horas de carga horária, o conteúdo foi desenvolvido pelo médico Fleury Johnson, especialista em Clínica Médica e fundador do Instituto DIS (Diversidade e Inclusão na Saúde). Os quatro módulos tratam de temas como autoconhecimento, manifestação do racismo na prática clínica, estratégias de enfrentamento e o papel de cada pessoa no processo de transformação institucional. Ao fim do curso, os participantes que concluírem todas as atividades propostas receberão certificação de 40 horas, reconhecida para fins acadêmicos e profissionais.

“Acredito que este curso é um passo fundamental para fortalecer a prática profissional com uma formação mais humana, técnica e ética, verdadeiramente comprometida com os nossos desafios enquanto sociedade. Ele contribui para formar profissionais que cuidam de pessoas em todas as suas dimensões, considerando origens, cor de pele, condições socioeconômicas, portadores de deficiência e orientação sexual. Profissionais que reconhecem essa pluralidade são altamente habilitados para prover um cuidado efetivo, baseado na diversidade e no bem-estar. Esse olhar é, sem dúvida, uma marca única, um diferencial na construção de uma medicina mais justa e tecnicamente eficaz”, afirma doutor Fleury Johnson, conteudista do curso de letramento étnico-racial Mediversidade.

No que se refere à construção de um ambiente formativo mais justo, Claudia Romano, presidente do Instituto Yduqs e vice-presidente do grupo educacional Yduqs, ressalta que “o curso de letramento étnico-racial reforça o compromisso da instituição com uma educação médica mais inclusiva. Ele amplia o acesso a conteúdos que estimulam a equidade e contribuem para formar profissionais mais conscientes, empáticos e preparados para atuar em uma sociedade diversa. Democratizar o ensino também significa reconhecer e valorizar as experiências de grupos historicamente minorizados. Iniciativas como essa são fundamentais para transformar realidades e gerar impacto positivo — dentro e fora da sala de aula”.

A ação reforça o compromisso do programa Mediversidade com a formação médica mais inclusiva. Dados de pesquisas nacionais e internacionais apontam que mulheres negras sofrem mais violência obstétrica, têm acesso mais restrito a cuidados especializados e maior subestimação da dor — elementos diretamente relacionados à formação e à atuação dos profissionais de saúde.

Reconhecimento internacional em Cannes

O lançamento do curso ocorre em um momento de grande destaque internacional para o programa. O Mediversidade foi reconhecido no Festival de Cannes, conquistando dois prêmios com iniciativas que integram o projeto: o livro O Corpo Preto voltado ao impacto social e a diversidade. A obra, em paralelo ao curta-metragem Corpo Preto, foi desenvolvida como parte das estratégias de sensibilização e formação sobre racismo estrutural e seus reflexos na prática médica. O reconhecimento internacional veio por meio de um Gran Prix e três ouros e reafirma o protagonismo da iniciativa como referência global na promoção de equidade na saúde.

Programa Mediversidade

Lançado em 2024 no Fórum de Diversidade do Instituto Yduqs, o Mediversidade é um programa pioneiro no Brasil que tem como objetivo tornar o ensino da medicina mais diverso e atento aos impactos dos vieses sociais. A iniciativa surgiu a partir do dado de que apenas 4,5% das ilustrações em literatura médica representam peles negras — o que evidencia lacunas no processo formativo.

“O Mediversidade é mais do que uma iniciativa, é um movimento contínuo de transformação. Temos o dever de garantir que nossos futuros médicos compreendam e respeitem a pluralidade da população brasileira, especialmente no cuidado com as populações mais vulnerabilizadas”, destaca Silvio Pessanha Neto, CEO do Idomed.

Com três pilares principais — ensinar, incluir e mobilizar — o programa reúne metas de curto, médio e longo prazos. Entre elas: a revisão da matriz curricular dos cursos de Medicina (com 70% das unidades prevendo mudanças até 2026), a criação de um fundo para apoiar pesquisas sobre diversidade, a ampliação de vagas afirmativas para docentes e a reserva de 10% das bolsas sociais para estudantes negros, indígenas e pessoas com deficiência.

Outras ações em andamento incluem a aquisição de manequins de simulação realística com tons de pele diversos, a oferta de serviços assistenciais voltados a populações com marcadores étnico-raciais e o fomento à produção científica com foco em equidade na saúde. Em abril de 2024, por exemplo, o programa passou a apoiar projetos de pesquisa científica sobre diversidade nas 18 unidades de Medicina do Idomed.

Para a professora e médica Amanda Machado, do Idomed, o programa representa um avanço necessário: “O Mediversidade no curso de Medicina, que é majoritariamente branco e elitista, se faz necessário e urgente como uma ação antirracista concreta. A formação médica deve se comprometer com a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra”, afirma.

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Instituto Yduqs e Idomed lançam curso de letramento étnico-racial: módulos tratam de temas como autoconhecimento, racismo, enfrentamento e transformação
Andrea Dorea :Ryyca:deadorea@ursal.zone
2025-07-24

Hoje, às 16h, participarei da mesa-redonda “O horizonte das políticas afirmativas e de equidade na educação: diálogos a partir das Relações Internacionais” juntamente com a presidenta da ABRI, Andréa Gill, os membros das demais comissões de equidade da ABRI, Jéser Abílio e Bernardo Alcântara, e os convidados Daniel Afonso da Silva, Camila Infanger e Leonardo Amâncio.
Esta mesa faz parte da programação do DPLST-LAC-ABRI 2025.

#equidade #relacoesinternacionais #ABRI #DPLST-LAC-ABRI 2025

Card de divulgação da mesa-redonda
Candiá® Agência 360°candiaproducoes
2025-01-11

A Candiá Produções manifesta repúdio às mudanças nas diretrizes da Meta que permitem discursos discriminatórios contra comunidades LGBTQIA+, mulheres e imigrantes. Como agência comprometida com inclusão e equidade, defendemos plataformas seguras e respeitosas. 💬

Leia a nota completa: candiaproducoes.com.br/nota-de

E assine a petição: action.allout.org/pt-br/m/2d94

Master Maverickmastermaverick
2025-01-01

⚖️ A exclusão dos Advogados da União na distribuição de vagas pela AGU é um alerta para a desigualdade nas carreiras públicas. A ANAUNI já se mobiliza por justiça e equidade.

Saiba mais: mastermaverick.com.br/2025/01/

2024-11-27

Análise revela que poucos municípios brasileiros reúnem qualidade de aprendizado com equidade e aponta disparidades significativas entre regiões. Em geral, enquanto municípios do Norte e Nordeste apresentam maior equidade, os do Sul e Sudeste demonstram maior qualidade. Políticas específicas são necessárias para equilibrar qualidade e equidade, especialmente no cenário pós-pandemia. #DesigualdadesEducacionais #Equidade

Leia o press release da Educação em Revista!

humanas.blog.scielo.org/blog/2

Guilherme Godoyguilhermemgodoy
2024-11-19

📝 Harmonia em Diversidade: Construindo Equidade e Inclusão na Música

Explore a importância da diversidade, equidade e inclusão na música, e estratégias práticas para espaços musicais mais justos e inclusivos.

🔗 guilhermegodoy.com/harmonia-em

Guilherme Godoyguilhermemgodoy
2024-11-19

📝 Harmonia em Diversidade: Construindo Equidade e Inclusão na Música

Explore a importância da diversidade, equidade e inclusão na música, e estratégias práticas para espaços musicais mais justos e inclusivos.

🔗 guilhermegodoy.com/harmonia-em

Guilherme Godoyguilhermemgodoy
2024-11-19

📝 Comitês de DE&I: Impulsionando o Sucesso Empresarial

Descubra como comitês de DE&I impulsionam o sucesso empresarial com práticas eficazes para estruturá-los ao negócio.

🔗 guilhermegodoy.com/sucesso-emp

Nayo Assessorianayoassessoria
2023-11-13

"No dia 13 de novembro, celebremos o Dia da Gentileza! Sejamos gentis uns com os outros e façamos o nosso melhor para criar um mundo melhor. Pratiquemos gentileza e compaixão, e juntos podemos salvar o mundo!"

nayo.com.br/2023/11/13/13-de-n

Núcleo de (ex)-Bolsistasexbolsistas@bolha.us
2023-11-08

Gratidão ❤️ à @anpg e @rogeanvinicius pelo apoio nessa ação em prol de políticas de fomento mais justas, inclusivas e humanas para os @Ex-Bolsistas no Exterior. Juntos, buscamos a equidade no tratamento e um futuro mais democratico e justo. #Equidade #Justiça #Inclusão #Ciência

2023-07-15
#Igualdade #Equidade #Realidade -
pic.twitter.com/I5PYoCED6Q - ou -
www.facebook.com/DepositoDeCar… -
RT Danielinda - Via Deposito de cartuns -
[ Já esteve aqui. É tão bom que voltou ] - 2018 -
2023-03-31

Não podíamos deixar acabar o Mês da Mulher sem uma diatribe feminista na #almanaque

@liaferreira encarrega-se do assunto, explica a capa, tece comentários a ecos de machismo recentes, territórios do homem branco e divisão de responsabilidades parentais:
almanaquemag.com/a-mim-e-que-m

Ilustração de Lia Ferreira (@liaferreira)

#almanaquemag #liaferreira #feminismo #capa #revistaalmanaque #almanaquemagazine #machismo #paridade #parentalidade #equidade #igualdadedeoportunidades

2022-12-09

Os jovens podem contribuir muito para construir um mundo melhor com mais equidade e diálogo. Veja o vídeo de Erik Martins, membro do Comitê da Juventude da UE no Brasil.

#YSB #Juventude #Equidade

🐦🔗: n.respublicae.eu/UEnoBrasil/st

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