Rapadura encerra Festival Kebrada 2025, no CCVM
Rapadura encerra Festival Kebrada 2025, no CCVM
Rapadura encerra Festival Kebrada 2025, no CCVM
O maior festival de cultura de rua do Maranhão está de volta. A 8ª edição do Festival Kebrada, do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) – rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís -, ocorre entre os dias 17 e 20 de dezembro e reúne shows, batalhas, DJs e graffiti em uma programação gratuita que fortalece o cenário da cultura urbana no Estado.
Um dos destaques desta edição é o show nacional do rapper Rapadura, que encerra o festival no sábado, 20 de dezembro, às 21h30. Pioneiro ao unir rap e cultura tradicional nordestina, o artista construiu um estilo singular que o levou a parcerias com O Rappa, Alok, BaianaSystem e à indicação ao Grammy Latino.
Além dos shows, o Festival Kebrada 2025 promove batalhas de MCs, breaking, all style e slam, e também a renovação do mural de graffiti do CCVM, que ficará em exposição por um ano no pátio do centro cultural.
A curadoria do Kebrada é de Nicinha Durans, MC Alcino, Bboy Macaxeira e Edi Bruzaca.
Festival Kebrada 2025
17 de dezembro
18 de dezembro
19 de dezembro
20 de dezembro
#allStyle #batalhasDeMCs #BboyMacaxeira #breaking #CCVM #CentroCulturalValeMaranhão #culturaDeRua #culturaUrbana #djs #EdiBruzaca #FestivalKebrada #graffiti #hipHop #Maranhão #MCAlcino #muralDeGraffiti #NicinhaDurans #rap #Rapadura #SãoLuís #slam
Bela Joia encerra Pátio Aberto 2025
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Bela Joia encerra Pátio Aberto 2025
Diretamente do município de Matinha (MA) e com mais de 15 anos de história, o Bumba Meu Boi Bela Joia de Nazaré encerra as programações do Pátio Aberto de 2025 com chave de ouro, nesta quinta-feira, 4 de dezembro, às 19h, no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) – rua Direita, nº 149, Centro Histórico. A programação tem entrada gratuita.
Comandado pelo mestre Joaquim Ferreira, o grupo faz da brincadeira um instrumento de inclusão social, valorização da cultura popular e preservação do Sotaque da Baixada.
Bumba Meu Boi Bela Joia de NazaréCom a beleza artesanal de seus personagens, o Bela Joia de Nazaré reafirma a força de uma tradição que segue viva e promete encantar o público com toda a sonoridade de seus pandeirões, matracas e tambor onça, característicos do sotaque.
#bumbaMeuBoiBelaJoiaDeNazare #ccvm #centroCulturalValeMaranhao #centroHistorico #culturaPopular #inclusaoSocial #joaquimFerreira #matinha #sotaqueDaBaixada #tradicaoMaranhense
‘Prazer, Profissão: Drag Queen’: arte, resistência e liberdade
‘Prazer, Profissão: Drag Queen’: arte, resistência e liberdade
Misturando performance, interatividade e narrativa em cena, o ator Ricardo Torres, traz ao Pátio Aberto, do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), desta quinta-feira, 23 de outubro, às 19h, Molik, uma drag queen que transforma o palco em um espaço de confissão, propondo um encontro íntimo com as vivências da arte drag e as múltiplas camadas que compõem as experiências LGBTQIAPN+.
Durante a apresentação, o público é convidado a participar da construção da personagem, acompanhando de perto o processo de montagem, enquanto Molik costura relatos da vivência de muitos artistas drags: a dificuldade de se assumir, a violência familiar, os rituais escondidos de infância, e, sobretudo, a busca por liberdade.
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Mais do que um espetáculo, Prazer, Profissão Drag Queen é um ato coletivo de resistência, um tributo a todas as artistas que ousaram existir e criar beleza mesmo em meio ao preconceito.
O CCVM fica localizado à rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís. A programação é gratuita.
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‘SER(tão)’: o Nordeste que dança o futuro
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‘SER(tão)’: o Nordeste que dança o futuro
O espetáculo SER(tão), do grupo Movidos Dança, do Rio Grande do Norte, inicia em outubro a sua primeira turnê nacional, patrocinada pela Vale. Com coreografia e direção assinadas por Mário Nascimento, do Corpo de Dança do Amazonas, e direção artística de Anderson Leão, o espetáculo estreia no Maranhão entre os dias 11 e 15 de outubro, nas cidades de São Luís e Santa Rita, em um percurso que conecta regiões, culturas e modos de existir.
Foto: Pablo Pinheiro, cortesiaMais do que um espetáculo de dança, SER(tão) é um convite à imersão em um Nordeste futurista, onde a resistência se expressa pelo gesto, a fé pulsa em movimento e a pluralidade de corpos constrói novas paisagens poéticas. O espetáculo narra transformações e celebra a multiplicidade de estilos, atitudes e formas de ser. O espetáculo contará com recursos de acessibilidade, como intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras), audiodescrição, abafadores sonoros para pessoas com transtorno do Espectro Autista (TEA) e espaços reservados para usuários de cadeira de rodas e/ou com mobilidade reduzida.
De acordo com Daniel Silva, bailarino e diretor do grupo, o processo de montagem de SER(tão) foi um período de descoberta. “Precisávamos, junto ao coreógrafo Mário Nascimento, descortinar esse Ser que habita áreas afastadas dos grandes centros, mas que é tão detentor dos avanços da sociedade. Esse Ser que garante, com seu suor, o alimento da nação, e que produz mais do que isso: histórias, cultura, que abraça os avanços tecnológicos sem abrir mão de sua origem. Mostrando que não existe o velho e o novo, mas um Ser que pode ser tão, e ser tudo o quanto quiser”, relata.
A estreia da turnê acontece na cidade de Santa Rita (MA), com montagem e apresentação no sábado, 11 de outubro, às 19h, no Centro de Convenções José Gonçalo. Na segunda-feira, 13 de outubro, o mesmo espaço sedia a oficina Movidos à Dança, das 14h às 17h, com inscrições gratuitas, feitas pela internet.
Foto: Duda, cortesiaNa quarta-feira, 15 de outubro, a capital Maranhense recebe o espetáculo SER(tão) no Teatro João do Vale, às 19h. Em São Luís, também estão programadas duas oficinas de dança: a primeira na sexta-feira, 10 de outubro, no Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), das 14h às 17h; e a segunda, na terça-feira, 14 de outubro, no Teatro Tablado Luiz Pazzini/UFMA (Praia Grande), das 15h às 17h. As atividades são gratuitas e têm inscrições limitadas também realizadas pela internet.
Em seguida, SER(tão) viaja pelo país, em direção ao Sudeste com apresentações confirmadas em Minas Gerais e Espírito Santo, para revelar ao público de lá um Nordeste que se reinventa sem perder suas raízes.
A circulação do espetáculo SER(tão) conta com patrocínio da Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Tem a produção da Alma do Minho e é uma realização do Movidos Dança, do Ministério da Cultura e do Governo Federal.
Movidos Dança: trajetória e propósito
Movidos Dança é um grupo de dança contemporânea sediado em Natal, cujo objetivo é promover uma nova perspectiva para a dança na investigação da identidade de corpos plurais sem delimitar padrões estéticos tradicionais como meio para a execução da cena artística. O grupo foi idealizado pelo coreógrafo e diretor artístico Anderson Leão e pelo bailarino Daniel Silva, em 2018. Composto por pessoas com e sem deficiência, tem se dedicado aos estudos do movimento contemporâneo, com a proposta de fomentar e oferecer ao cenário cultural um espaço de possibilidades para a cena artística com corpos diversificados.
Foto: Klauss Viana, cortesia#acessibilidade #AndersonLeão #CCVM #culturaBrasileira #dançaContemporânea #DanielSilva #diversidadeCorporal #EspíritoSanto #inclusão #LeiFederalDeIncentivoàCultura #MárioNascimento #MinasGerais #MovidosDança #NordesteFuturista #SantaRita #SãoLuís #SERTão_ #Vale
Denia Correia celebra o Maranhão em show no CCVM
Estrelado pela cantora e compositora Denia Correia, o show que abre a programação de outubro do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) – nesta quinta-feira, 9 de outubro, às 19h – homenageia as raízes culturais do Maranhão, reunindo memórias afetivas e poesia popular por meio da mistura de elementos tradicionais a arranjos contemporâneos.
Inspirado por um antigo tamarineiro localizado no quintal da artista, lugar que se tornou ponto de encontro para cantorias, conversas e criação musical, o espetáculo apresenta canções do disco Pé de Tamarino, lançado em 2017, com composições de Lauande Aires.
https://open.spotify.com/intl-pt/album/7MURRetRet12q9dZDm7Kx2?si=zaQxCt6fS9S4IeAQRcLuuw
No repertório, o público poderá vivenciar uma mistura de samba, bumba meu boi, baião, bolero, reggae e baladas, com arranjos que mantêm viva a força da tradição. Denia Correia dividirá o palco com músicos consagrados da cidade: Edilson Gusmão (violão e arranjos), Memel Nogueira (sanfona) e Thierry Castelo (bateria), em uma apresentação que enaltecerá a diversidade e a força da sonoridade popular.
O CCVM fica localizado à rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís, e a programação é gratuita.
#baião #bolero #BumbaMeuBoi #CCVM #culturaMaranhense #DeniaCorreia #EdilsonGusmão #LauandeAires #Maranhão #músicaPopular #MemelNogueira #PéDeTamarino #reggae #samba #ThierryCastelo
CCVM reflete clima e cultura na Primavera dos Museus
De 24 a 27 de setembro, o Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) integra a 19ª Primavera dos Museus, evento promovido nacionalmente pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram). Com o tema Museus e Mudanças Climáticas, a edição de 2025 convida o público a refletir sobre os impactos ambientais e o papel dos museus na preservação da memória, da cultura e do meio ambiente.
Como parte da programação nacional, o CCVM realiza atividades gratuitas e abertas ao público, entre elas a Mostra de Cinema Espanhol, uma parceria com a Embaixada da Espanha no Brasil, que exibe filmes premiados com o Goya, abordando temas como planejamento urbano, feminismo, questões sociais, música e comédia; a apresentação do tradicional Bumba Meu Boi Proteção de São João, do sotaque de matraca de Santa Inês; e uma visita mediada à exposição Resistências Originárias, conduzida pelo Núcleo Educativo, que destaca a luta e os saberes dos povos originários frente às transformações do planeta.
Programação completa da Primavera dos Museus no CCVM
Mostra de Cinema Espanhol
24 de setembro, às 16h
26 de setembro, às 16h
27 de setembro, às 16h
Outras atividades
25 de setembro, às 19h
27 de setembro, às 16h
Visita mediada à exposição Resistências Originárias.
#19ªPrimaveraDosMuseus #BumbaMeuBoiProteçãoDeSãoJoão #CCVM #CentroCulturalValeMaranhão #cultura #EmbaixadaDaEspanha #Ibram #InstitutoBrasileiroDeMuseus #meioAmbiente #memória #MostraDeCinemaEspanhol #mudançasClimáticas #povosOriginários #PrêmioGoya #PrimaveraDosMuseus #ResistênciasOriginárias #SantaInês
CCVM homenageia Mestre Cabeça Branca, no Pátio Aberto
Nesta quinta-feira, 11 de setembro, às 19h, o Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) abre a programação do Pátio Aberto de setembro com uma homenagem ao Mestre Cabeça Branca, um dos mais antigos cantadores do bumba meu boi do Maranhão.
Reconhecido pela Câmara Municipal de São Luís, o ‘Seu Waldete’ começou aos seis anos no Boi do Tirirical e passou por diversos grupos, como o Boi do Turu, Iguaíba, Madre Deus e o Boi de Maracanã, onde permaneceu até a sua morte, deixando um legado imortal para a cultura popular.
Com a presença de amigos e artistas populares como Ribinha de Maracanã, Mané Onça, Inácio Pinheiro, integrantes do boi de Maracanã e seu majestoso batalhão, a noite será de tributo à carreira e dedicação de Cabeça Branca, festejando seus 50 anos de cantoria.
A apresentação ’50 Anos de Cantoria do Mestre Cabeça Branca’ ocorre no CCVM, que fica na rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís, e a programação é gratuita.
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Tambor de crioula do Maranhão ecoa na Bienal de São Paulo
O Maranhão estará presente em um dos maiores palcos de arte contemporânea do mundo: a 36ª Bienal de São Paulo. O Tambor de Crioula da Floresta do Mestre Apolônio – Prazer de São Benedito, fundado em 1980, foi convidado pela Vale, por meio do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), para representar a força da cultura popular maranhense no evento. A apresentação será neste domingo, 7 de setembro, às 11h30, na Varanda Bienal, palco que trará programação cultural variada, com entrada gratuita.
Com patrocínio master da Vale, a 36ª edição da Bienal de São Paulo abre ao público no dia 6 de setembro, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque do Ibirapuera, com obras de 120 artistas de todo o mundo, também com entrada gratuita.
Com sede no bairro da Floresta, em São Luís, o Prazer de São Benedito reúne cerca de 50 integrantes, que mantêm viva a ancestralidade desta dança. O grupo tem grande reconhecimento em seu território por seu fundador, Mestre Apolônio Melônio, ser um dos brincantes de Bumba Meu Boi mais antigos e respeitados do Maranhão.
Para o diretor do CCVM, Gabriel Gutierrez, a participação do grupo maranhense reafirma a relevância de uma manifestação de origem africana marcada pelo toque dos tambores, pela dança circular e pela devoção a São Benedito.
A presença do tambor de crioula se integra ao conceito da Bienal, que propõe a experiência de outras formas de estar e pensar o mundo, principalmente a partir de lógicas afrocentradas
Reconhecido no Brasil e no exterior como guardião das tradições, o grupo do qual faz parte o Tambor de Crioula da Floresta, nome como também é conhecido, atua também na formação de crianças e jovens, transmitindo saberes de dança, música e artesanato popular.
“Como maior investidor privado em Cultura do país, a Vale atua para democratizar o acesso à arte e apoiar a diversidade de manifestações artísticas. Levar o Tambor de Criola para a Bienal de São Paulo faz parte desta estratégia de nacionalização dos investimentos culturais, promovendo o diálogo entre os eixos Norte-Nordeste e Sul-Sudeste e a integração das muitas culturas que formam a nossa”, afirma Hugo Barreto, diretor-presidente do Instituto Cultural Vale.
A dança do tambor de crioula é realizada por mulheres, denominadas coreiras, vestidas em saias estampadas, coloridas e amplas, com blusas de renda, colares em diversas cores e a cabeça coberta com o mesmo tecido da saia. Já os coreiros são responsáveis pelo canto e pelo toque dos instrumentos, que são compostos por três tambores rústicos, cuja afinação é realizada diretamente na fogueira.
“Estar na Bienal de São Paulo representa não apenas a valorização de uma manifestação tradicional, mas também a inserção do tambor de crioula no diálogo com a arte contemporânea, em um espaço que reúne expressões artísticas de diferentes linguagens e origens”, sintetiza Nadir Cruz, presidente do Bumba Meu Boi da Floresta, do qual o Prazer de São Benedito faz parte. Para Nadir, o convite é um marco histórico: “Coloca o Maranhão em evidência, destacando a riqueza, a diversidade e a potência de sua cultura popular”, finaliza.
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Fotografia e memória em ‘Resistências Originárias’
Resistências Originárias, nova exposição do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), propõe um mergulho na obra de Christine Leidgens. A fotógrafa belga, que morou seis anos no Maranhão, traz um panorama com imagens inéditas de cinco comunidades, entre América Latina e África. O trabalho, construído ao longo de décadas, transcende o caráter documental e revela a relação de profunda intimidade que a artista estabeleceu com as pessoas retratadas. O resultado são registros que expressam diálogos profundos entre histórias, paisagens e práticas coletivas.
ResumoExposição traz séries inéditas da fotógrafa Christine Leidgens, que viveu seis anos no Maranhão;
Registros revelam a vida de comunidades na Bolívia, Amazônia, África, Venezuela e no Quilombo de Frechal;
Mostra destaca resistência cultural, práticas coletivas e a fotografia como ferramenta de memória e autonomia.
As séries fotográficas mostram os trabalhadores indígenas da Bolívia, comunidades quilombolas e povoados negros da Amazônia e da África, além do povo Piaroa, na Venezuela, reconhecido por seus saberes sobre o uso sustentável da floresta. Cada imagem evidencia como essas comunidades mantêm vivas tradições ancestrais, articulando passado e presente em práticas cotidianas que resistem às pressões externas. Seja nas festas populares, nas técnicas artesanais, na rotina de trabalho ou nos gestos de partilha, a cultura se revela como eixo de continuidade e transformação.
Um dos destaques da exposição é o registro do Quilombo de Frechal, em Mirinzal (MA). Além de fotografar, Leidgens permaneceu na comunidade ouvindo depoimentos de seus moradores e expõe, em seus registros, a luta pela liberdade e a resistência dos negros no Maranhão. Segundo o curador, a mostra possibilita a experiência de lutas comunitárias pela autonomia da vida: “Em sua permanência em meio aos povos originários, Christine possibilitou a passagem de bastão para que, hoje, as próprias comunidades produzam suas imagens de registro”, explica Gabriel Gutierrez. O exemplo mais flagrante desse movimento é a fundação do Espaço Fotográfico do Quilombo do Frechal, que consiste em uma casa quilombola dedicada à memória imagética, mantida pela comunidade e para a comunidade. “A fotografia, dominada por eles, por mãos próprias, legada pela fotógrafa, configurou-se como uma arma potente de reativação de memórias e reconhecimento de seu lugar central no jogo político, enquanto agentes criadores de autonomia”, finaliza Gabriel.
Ao unir sensibilidade artística e rigor documental, Christine Leidgens oferece ao público uma oportunidade de reconhecer a autoria desses povos na criação de mundos, linguagens e saberes. O Instituto Cultural Vale convida os visitantes do CCVM a compartilhar essas imagens tão preciosas, convidando-os a mergulhar no universo de Christine Leidgens reconhecendo, em cada fotografia, a força de quem insiste em originar o mundo todos os dias.
Resistências Originárias ficará em cartaz de terça-feira a sábado, das 10h às 19h. O CCVM está localizado à rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís e é aberto ao público, com visitações gratuitas.
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#IndígenasBR ecoa cantos e saberes ancestrais: festival reúne músicas, saberes e lutas de povos originários no #CCVM, com cantos sagrados, rodas de conversa e lançamento de acervo inédito
https://mauricioaraya.com/2025/08/18/indigenas-br-ecoa-cantos-e-saberes-ancestrais/
Indígenas.BR ecoa cantos e saberes ancestrais
Dos cantos sagrados dos Awa-Guajá, que conectam humanos a seres celestiais, às poderosas vozes das mulheres Gavião-Kyikatêjê, que renasceram das cinzas das queimadas. Das melodias que organizam o mundo Waujá, no Xingu, aos cantos desenhados do Nixi Pae com Ibã Sales Huni Kuin do Acre. Na sétima edição do Indígenas.BR – Festival de Músicas Indígenas, o Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) trará um panorama de expressões sonoras que resistem, curam e reinventam futuros.
ResumoDe 20 a 23 de agosto, uma programação que destaca a diversidade de músicas, línguas, danças, estilos e saberes dos povos originários ocupará o espaço, trazendo para o centro do debate temas urgentes relacionados aos direitos dos povos indígenas. As músicas indígenas apresentadas falarão de autonomia, de luta territorial e de transmissão oral entre gerações. Seja nas apresentações musicais, nas rodas de conversa sobre arte e resistência ou nos documentários que registram tradições preciosas: o que está em jogo é a própria continuidade dessas cosmovisões milenares.
Assinam a curadoria do festival em dupla, pelo terceiro ano consecutivo, a musicista e pesquisadora Magda Pucci e a jornalista e cantora Djuena Tikuna. Em sua sétima edição, o festival se consolida como um dos principais espaços de debate sobre cultura indígena no Brasil. “O CCVM tem muito prazer e alegria em oferecer casa para todas as etnias do Brasil. Desde os primórdios, as portas estiveram abertas para acolher os indígenas que precisavam de repouso, lugar para vender sua arte, discutir e contar sobre sua cultura e desafios. O festival veio para firmar ainda mais essa vocação e reafirmar o compromisso que assumimos permanentemente com os povos originários”, afirma Gabriel Gutierrez, diretor do CCVM.
Lançamento de acervo sonoro
A produção de um acervo sonoro que documenta cantos rituais e cotidianos dos Awá-Guajá representa um marco na valorização do patrimônio cultural desse povo de recente contato, que habita as Terras Indígenas Alto Turiaçu, Caru e Awá, além de grupos em isolamento voluntário em Araribóia, todas no Maranhão. Donos de um modo de vida muito particular e de forte ligação com a floresta, eles construíram uma obra inédita, Karawa Janaha: O Canto dos Karawara, que registra a arte vocal Awá-Guajá e traduz cantos entoados na língua de caçadores celestes, os Karawara.
O Canto dos Karawara é fruto de um trabalho de campo colaborativo realizado com as comunidades das aldeias Awá, Tiracambu e Juriti, no âmbito do subprograma de Fortalecimento Cultural do Plano Básico Ambiental Componente Indígena (PBA-CI), ligado ao licenciamento da Expansão da Estrada de Ferro Carajás (EFC), da Vale S.A., com acompanhamento da Funai e do Ibama, e implementação conduzida pelo Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN). A iniciativa visa preservar essas manifestações culturais e ecoar essas vozes dentro e fora das aldeias.
Saber que emerge da garganta
Nas culturas indígenas, a música não se limita ao som, é memória viva e ponte entre mundos. Para os povos Timbira, esse entendimento se revela na palavra hõcrepöj, que une o termo hõ/jõ cre, que significa garganta, e pöj, que seria aparecer, formando o conceito do ‘saber que emerge da garganta’. Essa concepção mostra que cantar é muito mais do que produzir melodias, é ativar conhecimentos ancestrais, fortalecer laços comunitários e dialogar com o cosmos.
Magda Pucci, cocuradora do evento, faz votos de que esta edição do festival seja um espaço onde as vozes indígenas possam fazer aparecer os saberes que a floresta ainda guarda. “E que todos nós possamos aprender a escutar não apenas com os ouvidos, mas com o coração aberto às muitas formas de conhecer e habitar o mundo”, finaliza.
Programação do Indígenas.BR
20 de agosto
21 de agosto
22 de agosto
23 de agosto
#Acre #ancestralidade #AwáGuajá #CCVM #CentroCulturalValeMaranhão #cosmovisões #cultura #direitosIndígenas #DjuenaTikuna #FestivalDeMúsicasIndígenas #FUNAI #GabrielGutierrez #GaviãoKyikatêjê #hõcrepöj #IBAMA #IbãSalesHuniKuin #IndígenasBR #ISPN #KarawaJanaha #MagdaPucci #Maranhão #músicaIndígena #NixiPae #OCantoDosKarawara #resistência #Timbira #ValeSA_ #Waujá #Xingu
Formação cultural chega a Cururupu e Bequimão em agosto
“Ampliar o acesso de agentes culturais aos mecanismos de fomento existentes, para contribuir de forma efetiva e direta no crescimento da cena cultural local de cada município que o projeto estiver inserido”, destaca Júlia Martins, uma das idealizadoras e instrutoras do Ciclo de Formação para Agentes Culturais, que já iniciou sua edição 2025 e segue para nova fase nos municípios de Cururupu e Bequimão, no Maranhão.
Com o objetivo de promover maior autonomia na busca por recursos públicos e privados e, ainda, impactar no fortalecimento da atuação de grupos e agentes culturais, o projeto, que já passou pelas cidades de Matinha e Viana no último mês de junho, segue com ações abertas ao público tanto na Baixada Maranhense quanto no Litoral Ocidental do Maranhão.
Realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão (Secma), do governo do Maranhão, com idealização e realização da Afrodite Produções e Orgânik Produções, o ciclo contempla fazedores de cultura com formações presenciais e gratuitas.
A nova fase inicia no próximo dia 11 de agosto, em Bequimão, com a realização da Oficina de Leitura e Interpretação de Editais Culturais, das 8h às 12h. No mesmo dia, das 14h às 18h, começa a Oficina de Elaboração de Portfólios Artísticos – a atividade ocorrerá ainda nos dias 12 (das 8h às 12h e das 14h às 18h) e 13 de agosto (das 8h às 12h). As inscrições já foram iniciadas e podem ser feitas até o dia 7 de agosto – os interessados podem se inscrever pela internet.
Já a partir do dia 14 de agosto, as oficinas serão realizadas na cidade de Cururupu, na sede do Boi de Cofo, localizado na Travessa da Independência, no Centro. Neste dia, a Oficina de Leitura e Interpretação de Editais Culturais ocorre das 8h às 12h. No mesmo dia, das 14h às 18h, começa a Oficina de Elaboração de Portfólios Artísticos – a ação segue nos dias 15 (das 8h às 12h e das 14h às 18h) e 16 de agosto (das 8h às 12h). Os interessados podem se inscrever até o dia 7 de agosto, pela internet.
Para Mariana Cronemberger, também idealizadora e instrutora do projeto, a grandeza do Ciclo está no impacto da qualificação ofertada por meio de oficinas práticas voltadas à profissionalização da cultura.
As oficinas são espaços importantes para que o público interessado tanto da Baixada Maranhense quanto do Litoral Ocidental possa fortalecer sua atuação cultural com ferramentas práticas e acesso à informação
No total, são 25 vagas disponíveis em cada oficina.
Ciclo de Formação para Agentes Culturais
Idealizado pelas produtoras culturais maranhenses Julia Martins e Mariana Cronemberger, sócias da Afrodite Produções e Orgânik Produções, respectivamente, o projeto nasceu do desejo compartilhado de transformar a realidade da participação de agentes culturais do estado em processos de captação de recursos e editais.
A partir de suas experiências com gestão cultural e atuação em bancas avaliadoras, as idealizadoras compreenderam a urgência de ampliar o acesso à informação e às ferramentas necessárias para que mais pessoas e coletivos culturais do Maranhão pudessem acessar editais e políticas públicas de fomento.
Desde sua criação, em 2021, a iniciativa já formou mais de 350 agentes culturais em mais de 15 turmas. A primeira edição ocorreu por meio do Edital Ocupa CCVM, do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM), com uma oficina de elaboração de portfólios culturais. A partir daí, o projeto seguiu de forma independente, com oficinas realizadas no Centro de São Luís, acessíveis por meio de valor social.
Em 2023, o ciclo foi beneficiado pelo edital de Economia Criativa Fapema/Sebrae, levando oficinas a cinco bairros de São Luís. No mesmo ano, a convite do Serviço Social do Comércio (Sesc) no Maranhão, integrou o projeto Sesc Propulsar, com formações em Alcântara, além de realizar, também em 2023, uma oficina de portfólio cultural em Pindaré-Mirim, em parceria com o Centro Cultural Vale Maranhão.
Já em 2024, o projeto voltou a ser executado em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no Maranhão, realizando um ciclo formativo em cinco polos culturais da capital maranhense – Itaqui-Bacanga, Centro, Coroadinho, Liberdade e Cidade Operária –, promovendo a descentralização das ações e o acesso democrático à formação cultural.
O Ciclo contempla um conjunto de oficinas que abordam temáticas fundamentais para o desenvolvimento de agentes culturais: leitura e interpretação de editais culturais; elaboração de portfólios artísticos; elaboração de projetos culturais; e gestão cultural (como pensar programações inclusivas, diversas e com olhar contra-colonial).
Com uma metodologia acessível, pensada a partir das realidades dos territórios e dos agentes participantes, o Ciclo de Formação para Agentes Culturais reafirma seu compromisso com a democratização do conhecimento, o fortalecimento da cultura local e o estímulo à autonomia dos fazedores de cultura do Maranhão.
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Novo projeto de Andréa Frazão, show #MeuCaminho chega ao #CCVM: #férias pedem música boa, e no último #PátioAberto do mês de julho, o CCVM recebe artista que apresenta seu novo trabalho autoral
http://mauricioaraya.com/2025/07/21/novo-projeto-de-andrea-frazao-show-meu-caminho-chega-ao-ccvm/
Novo projeto de Andréa Frazão, show ‘Meu Caminho’ chega ao CCVM
Férias pedem música boa, e no último Pátio Aberto do mês de julho – no sábado, 26 de julho, às 19h -, o Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) recebe Andréa Frazão, que apresenta seu novo trabalho autoral: Meu Caminho.
Com repertório forte e sensível, Andréa traz ao palco canções que falam de suas andanças, memórias afetivas e raízes. Misturando os sons da música afrobrasileira, rodas de samba, afoxés e cultura popular maranhense, o espetáculo é um convite a sentir e a celebrar sua ancestralidade.
Ao seu lado, as musicistas Angélica Melo e Biné Rosa, além da performance artística do Tambor de Mulher, acrescentarão ainda mais força e emoção à apresentação. Entre as músicas, estão as autorais Guerreiro de Fé, Se Achegue e Dona do Mar, ao lado de parcerias como Me Leva e Arreda Homem, e uma saudação à mamãe Oxum, em Ora Yeyê Oh.
Meu Caminho é roda, reza, poesia e resistência. Um momento de celebração da mulher, da arte e da música feita com alma.
O CCVM fica localizado à rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís, e a programação é gratuita.
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Cinema e exposição para criançada são opções da programação de férias no CCVM
Entre 23 e 26 de julho, o Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) se transforma em sala de cinema e arte para o público infantil de São Luís. Durante o período das férias escolares, o centro cultural oferece uma programação gratuita voltada para crianças e adolescentes, com exibições de filmes e uma visita com curadoria à exposição em cartaz: Com amor, Alcione.
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A Mostra Infanto-juvenil de Cinema abre no dia 23 com o filme Alice dos Anjos, de Daniel Almeida Leite, uma releitura do clássico Alice no País das Maravilhas no sertão nordestino. Seguindo a programação, curtas-metragens infantis em parceria com a Cinemateca Francesa, trazendo temáticas sensíveis, criativas e cheias de imaginação.
Férias do CCVM
Quarta-feira, 23 de julho
Quinta-feira, 24 de julho
Sexta-feira, 25 de julho
Encerrando a programação, no dia 26 de julho, as crianças são convidadas para uma imersão na vida de uma das cantoras mais importantes do Brasil: a exposição em cartaz, Com amor, Alcione contará com a mediação da cocuradora Deyla Rabelo e do núcleo educativo do CCVM.
A programação, que é gratuita, é uma ótima opção para quem busca cultura e diversão na reta final das férias escolares. O CCVM fica localizado à rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís.
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Raquel Rolnik chega ao CCVM para refletir cidade de São Luís
Nesta sexta-feira, 4 de julho, às 19h, o Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) recebe a urbanista e arquiteta Raquel Rolnik para o programa Apontamentos do mês de julho. Com a temática São Luís: cidade para quem?, a atividade propõe uma reflexão crítica sobre os valores, conflitos e disputas que atravessam as relações sociais e espaciais nos grandes centros urbanos brasileiros, tendo como foco a capital maranhense.
Entre casarões coloniais, manguezais e torres modernas, São Luís é palco de um intenso embate: a cidade será capaz de reinventar seus espaços a partir da cultura afrodiaspórica, ou será engolida pela lógica da especulação financeira e da desigualdade? Raquel Rolnik, uma das maiores referências em urbanismo no país, traz à tona essas e outras provocações num debate necessário sobre pertencimento, memória e justiça urbana.
A programação é gratuita, e o CCVM fica na rua Direita, nº 149, Centro Histórico de São Luís.
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